quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Talvez eu saiba


Sei que deixei de fazer algo que deveria ter feito,
Sei que futuramente irei arrepender-me de determinados momentos que não aproveitei,
Mas nada foi e nem mesmo era como eu imaginava, eu queria ver cada dia de uma forma,
Mas na realidade sempre era outra, sempre tive pressa pelas coisas e ainda tenho,
Quero seguir uma caminho mas ao mesmo tempo quero seguir outros,
Nunca fui e nem sou para um só, sou da versatilidade,
Jamais conseguir larga o meu vicio da lealdade ao que acredito e sigo,
Isso somente dependera do caminho que irei conseguir seguir,
Fico aqui sentado aguardando a minha vez...
Talvez eu saiba, mas no fundo ainda sou novo demais...

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Meu Medo

Confesso abestalhado e decepcionado,
Cada dia que passa tenho mais medo do meu próprio medo,
E medo de amar, medo de sorri, medo de andar,
Medo de pensar e agir,
As vezes da até medo do que quero ou da vontade de fazer,
Mas meu maior medo e de lhe dizer que te amo,
Às vezes tenho medo de viver,
Já dizia e eu sabia que o maior erro da vida seria o medo de erra,
Maldito frio na barriga, maldita força de vontade,
Maldito a todos aqueles que todos os dias dizem que não somos normais
São só palavras, texto e momentos,
Momento são para ser vividos.

sábado, 6 de outubro de 2012

A Novidade

A novidade veio dar a praia
Na qualidade rara de sereia
Metade o busto de uma deusa maia
Metade um grande rabo de baleia
A novidade era o máximo
Do paradoxo escondido na areia
Alguns a desejar seus beijos de deusa
Outros a desejar seu rabo pra ceia
O mundo tão desigual
Tudo é tão desigual
De um lado esse carnaval
De outro a fome total 
E a novidade que seria um sonho
O milagre risonho da sereia
Virava um pesadelo tão medonho
Ali naquela praia, ali na areia
A novidade era a guerra
Entre o feliz poeta e o esfomeado
Estraçalhando uma sereia bonita
Despedaçando o sonho pra cada lado
O mundo tão desigual
Tudo é tão desigual
De um lado esse carnaval
De outro a fome total  

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Fim da banda

O último concerto da Legião Urbana aconteceu em 14 de janeiro de 1995, na casa de apresentações "Reggae Night" em Santos, litoral do estado de São Paulo. No mesmo ano, todos os discos de estúdio da banda até 1993 foram remasterizados no lendário estúdio britânico Abbey Road Studios, em Londres, famoso por vários discos dos Beatles; e lançados em uma lata, intitulada "Por Enquanto 1984-1985". A lata também incluía um pequeno livro, com um texto escrito pelo antropólogo Hermano Vianna, irmão do músico Herbert Vianna.
Há quem considere o álbum A Tempestade (ou O Livro dos Dias), lançado em 20 de setembro de 1996, o último da banda. Além disso, o álbum possui densas e belíssimas músicas, alternando o rock clássico de "Natália" e "Dezesseis", ao lirismo de "L'Avventura", "A Via Láctea", "Leila", "1º de Julho" e "O Livro dos Dias" e ao classicismo de "Longe do Meu Lado". As letras, em geral, abordam temas como solidão, passado, homossexualismo, AIDS, amor, intolerância e injustiças, o que faz do disco um dos mais belos da música brasileira.

Última formação

  • Renato Russo (voz, baixo, violão e teclados)
  • Dado Villa-Lobos (guitarra, violões, e viola de 10, além de algumas percussões)
  • Marcelo Bonfá (bateria e percussão)
  • Os três também faziam trabalhos com Carlos Trilha (teclado e piano), e o arranjador Tom Capone

Ex-integrantes

  • Renato Rocha (baixo)
  • Ico Ouro-Preto (guitarra)
  • Paulo Paulista (teclado)
  • Eduardo Paraná (guitarra)

Artistas convidados

  • Carlos Trilha - Álbuns A Tempestade (ou O Livro dos Dias) e Uma Outra Estação (teclado)
  • Bruno Araújo - Álbum V (contrabaixo elétrico)